Cinquenta tons de cinza
Cinquenta tons de cinza , com direção de Sam Taylor – Johnson, EUA, 2015. A primeira frase que veio quando a sessão acabou foi: Mas que besteirol, ainda bem que não li o livro. Há relatos selvagemente negativos de quem leu o Best-seller acerca sobre o filme, como não tive esta sorte, somente avaliarei a obra fílmica por ela mesma. Pois bem: Há quem acredite que uma pitada de sadismo possa melhorar uma relação; Sinceramente: Não sei nunca a fiz e continuo sem interesse algum após ver o filme sobre tais práticas sado masoquistas. Como crítico posso escrever que o filme tem buracos muito visíveis em relação ao enredo que nos é contado, agora sobre os outros buracos a serem preenchidos deixo para imaginação de cada um; Pois bem, o filme começa com uma entrevista de uma estudante de literatura inglesa ( que supostamente atuava como jornalista, senão não teria como entrevistar alguém, afinal a moça era estudante de letras ou jornalista? Pergunta esta que fica no ar e por isso já tem...