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Blade Runner – 2049

Blade Runner – 2049, dirigido por Denis Villenueve, EUA, 2017. Esqueça tudo, ou quase tudo, no que viu do Blade Runner de 1982, dirigido por Ridley Scott. O franco-canadense Denis Villenueve, inclusive com a ajuda do próprio Ridley Scott, assinando a produção do longa. Denis dirige uma espécie de continuação, mas só que mexendo no enredo daquele filme de 35 anos atrás, obra esta que marcou toda uma geração e não à toa esta “continuação” ter sido tão aguardada. O risco em mexer em uma pérola antiga era enorme, tanto pela parte da crítica como principalmente pelo lado do público, mas olha que a obra não fica devendo, em nada, ao primeiro Blade Runner, entretanto vamos ao filme. Pois bem: Se no primeiro filme, em 1982, era encenada uma Los Angeles de 2019; desta vez estamos em 2049, como o título sugere. Ou seja: são 35 anos para ter feito um segundo filme vivido apenas há dois anos a mais que o nosso, 2017; e 32 anos no futuro o segundo filme encena-se na mesma San Diego escura de “2019…

Le Grand Soir

Le Grand Soir ( A Grande Noite), dirigido, estranhamente, pelos dois protagonistas: Benoît DelépineGustave Kervern, França, 2012. Título este que não tem muito a ver com a obra, pois a grande coisa dele é a mudança total: ao do dia e da noite; refiro-me a grande transformação perante ao assolamento de um sistema que, escroto, pune e não dá segundas chances de bandeira. Como personas principais temos dois meios irmãos, que após metade da fita, sabemos que nem a mãe sabia quem era o pai de qual, tamanha a bebera quando dera pros caras. A trama ideológica acontece em uma cidadela de médio porte francesa, onde um irmão é punk convicto e têm tatuado em sua testa a palavra Não. Ou seja: ele diz não a tudo e a todos do sistema, vivendo na rua através da ajuda alheia, fator este que deixa , a certo ponto do filme, bem angustiado. Do outro lado do filme temos o outro irmão que, literalmente, pira, quando tem um bebê, e é demitido do trabalho, mostrando a crise econômica que a Europa passara …

Papai

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PALMARÉS DE LOS ORIANA 2017 . MAGIA Y EMOCIÓN EN LA V EDICIÓN DE LA GALA DE LOS PREMIOS ORIANA

El Festival de Cine Oriana de San Andrés de la Barca sigue creciendo demostrándolo en la noche del 7 de octubre en el Teatro Nuria Espert donde mas de 400 invitados vivieron una gala llena de emoción, sorpresas y buen cine ,contando con la participación de cortometrajes , documentales ,web series y películas. Felipe Del Val, como siempre encantó al público con su carisma y personalidad , el director y organizador del festival de cortometrajes comentó en una de sus entrevistas la voluntad e intención de seguir creciendo después de la buena acogida y éxito de la quinta edición celebrada el 7 de octubre en el Teatro Nuria Espert de San Andrés de la Barca . Entre los ganadores que recibieron una gran ovación fue el actor David Verdaguerpor mejor interpretación en la pelicula Verano 93 también recibieron fuertes aplausos los cortometrajes en especial “LA OTRA ” , ” WOLVES ” y el cortometraje ganador de la noche ” VERDE PISTACHO ” La película VERANO 93 se alzó con 3 estatuillas y PATRIA co…

Política, Educação e Cultura II

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Política , Educação e Cultura I

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Quem Matou Pixote ?

Quem Matou Pixote ? ; dirigido por José Jofily, Brasil, 1996. Vejo meus cabelos brancos crescerem em meu peito e penso em algo para escrever. Sinal dos quarenta anos vindo: uma maturidade que vem assim como a não “atleticidade” vindoura dos vinte anos instalada nesse corpo já um pouco vivido; corroído, mas ainda assim latente, pulsante. Na cabeça acontece  o contrário; parece estar mais fluída, expansiva, menos encucada de problemas de vinte, quinze anos passados. Pois bem, esta introdução serve para apresentar o filme, porque de todas as formas, ele rebate e explode na questão temporária da existência: perene e tranquila para poucos; absurda e escrota para a maioria. Se anexarmos na mente a pergunta: Quem matou Pixote? Logo nos remetemos a um dos maiores clássicos que o cinema brasileiro já produziu: Pixote: A Lei Do Mais Fraco, do Hector Babenco, este que deixa saudades, por sinal. O filme do Babenco, premiado nacional e internacionalmente, foi finalizado para as telonas em 1980, mo…