Sonata de Outono
Sonata de Outono, de Ingmar Bergman, Suécia, 1978. Comentei algumas linhas , no Facebbok, sobre a percepção que tive do filme, mas tentarei expor agora de uma forma mais latente e abrangente. Não existe e nunca existirá alguém que consegue dissecar a psique humana de melhor mastearia que o sueco Bergman. Sim: existem muitos percussores, mas que meio que se aprofundam da maneira que não o toquem de maneira substancial, espiritual, física e psiquicamente falando. Tarantino trabalha bem isso: a construção de personagens cheias de idiossincrasias que meio que habitam o lugar comum: a forma que as pessoas têm de ver, e sentir, a vida e pensar através, e por, principalmente dela própria: a dita cuja Vida. O filme trata de uma visita que uma mãe faz a uma filha. Aí você me pergunta: mas como um roteiro tão besta e banal pode se transformar em um puta filme? Falo que transforma e ponto final. A suposta visita é uma troca de farpas antigas, mas intensa pra caralho. Você ser responsável pela fo...